Porque tem coisas que...voltaram a mexer comigo; Mas sabe...eu sei que iso logo logo vai passar; como tudo na minha vida já passou, isso só vai ser mais uma das coisas, e isso vai passar logo logo, eu sei disso. Às vezes eu sinto que...que isso não vai passar sabe? É bobagem pensar com meus sentimentos, se eu for pensar com eles...com toda certeza eu não saiu do mesmo lugar; vou ficar nessa história e eu não quero realmente.
Eu estou prestes a tomar uma decisão, o problema que às vezes me parece que existe algo em mim que me trava e não me deixa coloca-lá em prática. Mais isso eu sei que tem tempo, até lá eu já vou ter realmente resolvido o que eu quero pra mim; Apesar de...de às vezes achar que o que eu quero pra mim no momento, é perda de tempo.
Eu vou começar a escrever uma nova fic; logo logo eu posto o link do blog aqui, finalmente! Eu realmente queria escrever uma nova. :)
Quase não era canto, no sentido em que este é aproveitamento musical da voz. Quase não era voz, no sentido em que esta tende a dizer palavras. É antes da voz ainda, é fôlego. Uma palavra ou outra às vezes escapava, revelando de que era feita aquela mudez cantada: de história de viver, amar, e morrer. Essas três palavras não ditas eram interrompidas por lamentos e modulações. Modulações de fôlego, primeiro estágio de voz que capta o sofrimento no seu primeiro estágio de gemido, e capta a alegria no seu primeiro estágio de gemido. E de grito. E mais outro grito, este de alegria por se ter gritado. Em torno à assistência aconchegava-se escura e suja. Depois de uma das modulações que de tão prolongada morre em suspiro, o grupo esgotado como cantor murmura um "olé" em amém, última brasa. Mas há também o canto impaciente que a voz apenas não exprime: então um sapateado nervoso e firme o entrecorta, o "olé" que interrompe a cada instante não é mais amém, é incitamento, é touro negro.
Um beijo, e até breve :*
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